quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

À PARTIDA JÁ TEMOS UMA ALEGRIA!


Tal como, por estes dias, se pode ler na blogosfera:

QUANDO PENSARES QUE ALGO É IMPOSSÍVEL, PENSA NO ANÍBAL.

ELE CHEGOU A PRESIDENTE!

Uma das alegrias certas do ano que aí vem é a de que Cavaco deixará Belém.

Que vá para a Travessa do Possolo, para a urbanização da Coelha, para o raio que o parta.

O homem é um emplastro.

Não gosta de ler, chegou a confundir Thomas Mann com Thomas More, não gosta de futebol, não percebe de números.

Mas percebe de negócios que lhe preencher muito…muito mesmo…, a conta bancária.

E a dos amigos.

Tempo para lembrar que, quando o filho do senhor Teodoro da bomba de gasolina disse aos portugueses que deviam acreditar na banca, nos banqueiros e no Banco de Portugal, dizer-lhe que, não falando no BPN, BANIF, outras miudezas, a bronca BES deverá custar aos portugueses qualquer coisa como 15.000 milhões de euros.

Sim, leram bem.

Mais:

Quarenta mil milhões foi quanto o sistema bancário espatifou, desde 2008, em Portugal.

Dinheiro saído do bolso dos portugueses.

E em que bolsos, em que paraísos fiscais está todo esse o dinheiro?

Por onde andam as centenas de Dias Loureiros do clã Cavaco?

Segundo Nicolau Santos, Dias Loureiro - «Pai: sou ministro!»  - um dos homens fortes do cavaquismo, é arguido desde 2009 por compras de empresas em Porto Rico e Marrocos, suspeita de crimes fiscais e burlas. Mas seis anos depois, o Ministério Público ainda não acusou Dias Loureiro, nem o processo foi arquivado.

Sim, o novo ano poderá não trazer grandes alegrias, mas ver Cavaco desopilar  de Belém, mas esta já ninguém nos tira.

Merece mesmo erguer uma taça de espumante.

 Tchim!Tchim!


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